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    Atualização facilita o monitoramento e controle da aplicação das doses na comunidade acadêmica    Por Gabriela Francisco | 13/10/2021   Devido ao avanço da vacinação pelo país, o aplicativo Guardiões da Saúde (GdS) passou por novas atualizações para contribuir na elaboração de soluções frente à COVID-19 na Universidade de Brasília (UnB). Agora, os usuários podem informar em seus perfis que estão imunizados. Frente a possível retomada das atividades, é cada vez mais importante saber o status de vacinação da comunidade acadêmica. Com a novidade, o aplicativo de vigilância em saúde permite o compartilhamento dos status de imunização na ferramenta. Dessa forma, assim que receber a vacina, os indivíduos podem cadastrar o tipo de imunizante recebido e a data em que a dose foi tomada. A partir daí, o usuário e o profissional do GdS saberão as informações da próxima aplicação da vacina.   A ideia do update é elaborar um mapeamento que ajude a instituição a cuidar da saúde da comunidade, facilitando o acompanhamento da imunização na comunidade acadêmica. Para poder registrar os dados sobre a vacinação no Guardiões da Saúde, é necessário ter o app instalado no celular e seguir as orientações abaixo. Confira:   Abra o aplicativo e clique no menu, localizado no canto superior esquerdo; Logo, aperte a opção ‘‘Editar perfil’’; Em seguida, clique no seu perfil e selecione a função ‘‘Possui dados de vacinação?”; Por fim, preencha todas as informações solicitadas e clique em ‘‘Salvar’’.   Atualmente, o aplicativo conta com mais de 30 mil usuários e disponibiliza alguns canais de contato para sanar dúvidas, como a página do Instagram @guardioesdasaudeunb e o Twitter @guardioesunb. Não deixe de registrar seus status de vacinação no app!   Saiba mais  Em 2018, a ferramenta Guardiões da Saúde, desenvolvida em 2007 pelo Ministério da Saúde, com objetivo de monitorar eventos de grande porte no Brasil, ganhou uma nova versão realizada, inteiramente, pela ProEpi.    Em 2020, com a pandemia do novo coronavírus, a ProEpi e a SDS/UnB trabalharam em conjunto para o desenvolvimento de uma atualização com foco na covid-19, tornando-se uma estratégia para a vigilância participativa da comunidade da UnB.    Agora, fruto dessa parceria, nasceu a implementação da vigilância ativa institucional pelo aplicativo.   Sobre a CoAVS   A Coordenação de Atenção em Saúde (CoAVS) é vinculada à Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária (DASU) e integra, assim, o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo da unidade é promover ações de vigilância, coordenação e inteligência para riscos à saúde de forma oportuna nos diferentes campi da universidade.  

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    Faculdade de Comunicação (FAC) foi a primeira unidade acadêmica a participar da atividade   Por Gabriela Francisco | 16/09/2021   No dia 24 de agosto, a Coordenação de Atenção e Vigilância em Saúde (CoAVS) aplicou um exercício simulado para a prevenção e o controle de surtos da Covid-19 na Faculdade de Comunicação (FAC) da Universidade de Brasília (UnB). A atividade buscou familiarizar os participantes com o documento de respostas do Plano de Contingência para Retomada das Atividades Presenciais na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB): Edição 1 Realizado de maneira virtual, o exercício teve como objetivo levantar questões sobre o plano de contingência da unidade, analisando as medidas descritas e verificando o entendimento acerca do Guia de Recomendações de Biossegurança, Prevenção e Controle da Covid-19 na UnB. Segundo a estudante de comunicação organizacional e aplicadora do simulado, Gabriela Francisco, as respostas dos participantes estavam de acordo com os documentos estudados.    ‘‘Toda a equipe FAC estava alinhada com as perguntas realizadas. Porém, algumas dúvidas surgiram acerca do mapeamento de processo e questões de biossegurança. Um questionamento bastante pertinente que levantaram durante a atividade foi em relação a como proceder com quem não cumpre as medidas de biossegurança, especialmente os alunos. Tudo foi registrado para conseguirmos seguir com as dúvidas’’, comenta.    Com toda a equipe atuando remotamente por meio da plataforma Microsoft Teams, o exercício teve início com perguntas relacionadas a ambientes bastante utilizados pela unidade, como banheiros e salas de aulas. A atividade teve a duração de duas horas e contou com a presença de 9 pessoas, incluindo a docente Dione Oliveira Moura, presidente da Comissão Ato FAC 27/2020.    Sobre a CoAVS A Coordenação de Atenção em Saúde (CoAVS) é vinculada à Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária (DASU) e integra, assim, o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo da unidade é promover ações de vigilância, coordenação e inteligência para riscos à saúde de forma oportuna nos diferentes campi da universidade.  

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    A inalação de gotículas respiratórias e partículas de aerossóis faz com que o vírus entre no organismo   Por Rose Malu | 09/09/2021    A transmissão através de aerossóis está entre os três tipos de transmissão possíveis do novo coronavírus. De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), além da contaminação por inalação de gotículas respiratórias e partículas de aerossol e, também, por deposição de vírus transportados em gotículas na boca, nariz ou olhos, seja por respingos diretos e sprays, bem como tocando as mãos contaminadas na boca, nariz ou olhos.   Visado em entender o processo que torna os aerossóis potenciais transmissores, a Coordenação de Atenção e Vigilância em Saúde (CoAVS), fez uma intensa revisão bibliográfica em periódicos e recomendações de autoridades em saúde como o CDC. Durante a imersão, constatou-se que é preciso saber diferenciá-los de gotículas respiratórias.   As gotículas respiratórias são fluidos liberados durante a expiração, expelidas durante a fala, a tosse ou pelo espirro, e por serem maiores, ao se depositarem no ar, podem ficar de segundos a minutos suspensos. Já os aerossóis são formados quando gotículas muito finas, e que secam rapidamente, são pequenas o suficiente a ponto de permanecerem suspensas no ar de minutos a horas.   Os aerossóis possuem menos carga viral que as gotículas justamente por se apresentarem em tamanhos menores. Nesse sentido, são potencialmente mais nocivos, via transmissão aérea, em lugares fechados e com pouca ou inadequada ventilação por ficarem mais tempo suspensos. As gotículas podem contaminar diretamente quem está próximo, até dois metros de distância sem o uso de máscara, ou indiretamente, em objetos e superfícies ao redor onde caem por serem mais pesadas e densas.   A diminuição da concentração de vírus no ar acontece à medida que as gotículas mais pesadas caem, impulsionadas pela força da gravidade. Já as gotículas muito finas e as partículas de aerossol, se misturam e se diluem, progressivamente, dentro dos fluxos de ar que encontram.    O CDC afirma que a viabilidade viral e a infecciosidade, ao longo do tempo, são influenciadas por fatores ambientais como temperatura, umidade e radiação ultravioleta.   Fatores que aumentam o risco de infecção    Emissão aumentada de fluidos respiratórios – de acordo com o CDC, acontece quando a pessoa infectada está envolvida em esforço físico ou levanta a voz, seja se exercitando, gritando ou cantando, por exemplo. O risco aumenta se a exposição a essas condições for prolongada, normalmente por mais de 15 minutos.   Proximidade – O Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências (Sage), do Reino Unido, estima que o risco de transmissão do Covid-19, a um metro, pode ser duas a 10 vezes maior do que dois metros, ou seja, o ideal é manter o distanciamento social.   Entretanto, essa regra não é de hoje, considerando que o distanciamento social de um a dois metros para doenças transmissíveis é significativamente anterior à Covid-19. Um estudo de Jennison, de 1942, referenciado como evidência inicial para o uso do limite de um a dois metros, utilizou a fotografia de alta velocidade para detectar secreções atomizadas e descobriu que a maioria das gotas foi expulsa dentro de um metro.   Não utilização de máscara – Estudos científicos sugerem que o hábito de usar máscara tem bloqueado de forma muito eficaz a deposição de gotículas. Observações constataram que pequenas quantidades de gotículas (até sete) foram vistas a várias distâncias do emissor, mas esses valores eram menores do que aqueles observados sem máscara para falar e tossir, respectivamente. Para tosse, foi observado que gotículas respiratórias percorreram distâncias de até dois metros.   Riscos da propagação por meio de aerossóis e gotículas Conforme divulgado em periódicos pelo pesquisador, Jefferson M. Jones, situações de risco podem ocorrer em ambientes fechados, sem ventilação adequada, com muitas pessoas e barulhos. As regras de distanciamento físico seriam mais eficazes se refletissem os níveis graduais de risco.   Nas situações de maior risco, o distanciamento físico além de dois metros e a minimização do tempo de ocupação devem ser considerados, e é provável que um distanciamento menos rigoroso seja adequado em cenários de baixo risco.   Sobre a CoAVS A Coordenação de Atenção em Saúde (CoAVS) é vinculada à Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária (DASU) e integra, assim, o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo da unidade é promover ações de vigilância, coordenação e inteligência para riscos à saúde de forma oportuna nos diferentes campi da universidade.   Referências   SCIENTIFIC Brief: SARS-CoV-2 Transmission. Centers for Disease Control and Prevention, 2021. Disponível em:https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/science/science-briefs/sars-cov-2-transmission.html. Acesso em: 14 de mai. 2021.   STADNYTSKYI V, Bax CE, Bax A, Anfinrud P. The airborne lifetime of small speech droplets and their potential importance in SARS-CoV-2 transmission. Proc Natl Acad Sci U S A. Jun 2 2020;117(22):11875-11877. doi:10.1073/pnas.2006874117   ALSVED M, Matamis A, Bohlin R, et al. Exhaled respiratory particles during singing and talking. Aerosol Science and Technology. 2020;54(11):1245-1248. doi:10.1080/02786826.2020.1812502   TRANSMISSÃO do SARS-CoV-2: implicações para as precauções de prevenção de infecção. OPAS, 2020. Disponível em: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/52472/OPASWBRACOVID-1920089_por.pdf?sequence=1&isAllowed=y Acesso em: 20 de mai. 2021.    JONES N et al. Two metres or one: what is the evidence for physical distancing in covid-19?. BMJ, 2020. Disponível em: https://www.bmj.com/content/bmj/370/bmj.m3223.full.pdf. Acesso em: 21 de mai. 2021.              

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    Atividade testou a capacidade dos membros da unidade diante de surto da Covid-19   Por Gabriela Francisco | 31/08/2021   Um exercício simulado para a prevenção e o controle de surtos da Covid-19 foi realizado nos dias 5 e 6 de agosto pela Coordenação de Atenção e Vigilância em Saúde (CoAVS). De modo virtual, a atividade teve por objetivo avaliar a preparação e os mecanismos de resposta da unidade referentes às ameaças que envolvem a comunidade acadêmica da Universidade de Brasília (UnB). No total, 25 pessoas participaram.     ‘‘A aplicação dos simulados é uma ação fundamental para que a unidade consiga fazer a transição da teoria para a prática dos serviços sem estar em cenário de emergência. Nossa ideia é ajudar os colaboradores da coordenação a exercitarem as funções de um ambiente de crise para que, em um cenário real, as ações já estejam mais planejadas e articuladas’’, comenta o coordenador geral da CoAVS, Jonas Lotufo Brant de Carvalho.   Usando um conjunto de estratégias de avaliação, o simulado de mesa teve como foco simular a atuação da CoAVS frente à elaboração de um relatório de surto do novo coronavírus. Sempre que eventos relacionados a possíveis epidemias dentro da comunidade acadêmica são investigados, é necessário produzir um relatório com todas as informações dos procedimentos realizados pela equipe (foco principal do exercício em questão).   Esta é a primeira vez que um simulado desta natureza acontece na unidade. Com todos os participantes atuando remotamente de suas mesas de trabalho, o exercício teve início quando três funcionários da Biblioteca Central (BCE) da UnB desenvolveram infecção pela Covid-19 e 18 pessoas, incluindo estudantes, equipe de limpeza e demais colaboradores tiveram contato com os contaminados. O simulado teve a duração de duas horas.   ‘‘Eu nunca tinha participado desse tipo de atividade. Então, essa foi uma experiência nova para mim, porque pareceu que a gente estava vivendo a situação de modo real. Por ter sido o primeiro simulado da CoAVS, eu achei as questões bem elaboradas e o propósito, interessante. Eu gostei bastante de participar’’, relata a participante e enfermeira da CoAVS, Claudete Clug Olivo.   Vale ressaltar que nesse tipo de atividade, os participantes não são solicitados a realizar tarefas reais para responder aos eventos, mas sim explicá-las com base em suas habilidades pessoais e conhecimento acerca do documento Notificação de Casos e Contatos de COVID-19 - (As Is) da Universidade de Brasília. O cenário montado envolveu questões que foram desde o desdobramento de uma equipe de investigação até a declaração do fim do caso. Exercício de simulado O exercício de simulado é uma forma de treinamento, monitoramento ou avaliação da capacidade dos colaboradores de uma organização diante de uma descrição ou simulação de risco. A atividade deve preparar as equipes de resposta para desempenhar funções de acordo com o plano de contingência, além de familiarizá-las com as diretrizes operacionais e procedimentos padrão (POPs).   Dentre os tipos de simulação existentes há o exercício de mesa (TTX), promovido pela CoAVS. Este é o simulado que tem como objetivo proporcionar uma discussão facilitada de uma situação de emergência, geralmente em um ambiente informal de baixo estresse, no qual os participantes são encarregados de rever e discutir a comunicação e as ações que tomariam em cenários ligados à saúde.   Sobre a CoAVS A Coordenação de Atenção em Saúde (CoAVS) é vinculada à Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária (DASU) e integra, assim, o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo da unidade é promover ações de vigilância, coordenação e inteligência para riscos à saúde de forma oportuna nos diferentes campi da universidade.